terça-feira, 30 de outubro de 2012

para um rabiosque bem firme

Salta! Corre! Faz abdominais! Flexão já! Inicia agachamentos!

Tem sido assim de há um dia para cá. Decidi arranjar coragem, e começar a mexer o rabinho (que bem precisa). Digamos que é preciso muita força de vontade, mas não é nada do que eu não tenha, embora por vezes se esconda. É cedo para tirar conclusões, mas estou a gostar muito, e sinto-me bem enquanto faço e depois de fazer estes exercícios; até parece que respiro melhor e que estou mais leve. Bem, espero que sim, este esforço tem de servir para alguma coisa; se não servir para arranjar um príncipe encantado que sirva para aumentar a minha auto-estima e o meu bem-estar! É bom mexer o corpo, e se o temos 100% em condições, porque não fazê-lo? No ano passado passei o Inverno todo sem me mexer, resultado: mais gorda dentro do bikini, este Verão. E lá está, não é agradável de ver nem de sentir. Portanto, enchi-me de muita coragem e decidi entrar neste "jogo de ginástica". É fácil. Pouco a pouco vai-se notando, e no fim, o ganho é meu. Como alguém diria "se eu não gostar de mim, quem gostará?", e é mesmo assim que se tem de pensar; fazer tudo para que se goste de si própria!

domingo, 28 de outubro de 2012

grandes frases/textos

"Devia ter ficado quieta mais vezes, devia ter respeitado o teu silêncio e o teu espaço, deixar-te em paz em vez de te pedir o mundo, porque iria sempre amar-te, estivesses ou não ao meu lado, porque fazes parte de mim, mesmo sem saber se és a primeira ou a última peça do meu dominó."


Margarida Rebelo Pinto, in "Diário da Tua Ausência"

domingo, 7 de outubro de 2012

all you need is LOVE

Ando numa de Beatles. Oiço muito as músicas deles de há uns dias para cá. Não sei porquê, mas acho que fui influenciada por uma reportagem que deu há uns dias num telejornal qualquer, sobre uma música deles (aquela que repete mais de não sei quantas vezes a palavra "love"). Hoje enquanto me entretia pela rede social mais utilizada pelos habitantes do planeta Terra, escutava uma música dessa mítica banda. A música era a "All You Need is Love". E de repente, ao escutá-la e ao ver mil posts só deste dia, passou-se uma imagem na minha cabeça interessante. Era a Adriana, a famosa Adriana que já correu meio mundo com a ajuda das vias comunicativas. A história da Adriana foi muito badalada, embora eu confesso, não ter ligado muito. Devido à falta de tempo, vi a notícia, e não liguei; achei logo que era uma desculpa ou para ganhar dinheiro ou para outra finalidade do género. Mas lá está, e gosto sempre de referir as velhas máximas, "quando não se sabe, não se fala", e é verdade! A Adriana só quis mostrar aquilo que, a nós portugues e não só, nos falta: amor. Em tempos de crise, o amor é esquecido. Sai-se para a rua em protesto, só se pensa em si próprio, e o amor fica bem guardado, num sítio onde ninguém o pode ver, fechado a mil chaves. Confesso ainda não me ter inteirado bem sobre o assunto, mas pelo "zum-zums" que oiço e vejo, a Adriana não quis nem fama nem dinheiro. Uma atitude como a dela não se vi-a já há algum tempo, quase desde o 25 de Abril de 74. É de louvar, de facto. É claro que depois vieram então as oportunidades de fanatismo de certas marcas, como era de se esperar, nos tempos que correm. Quanto à Adriana, refugiou-se na sua casa ou talvez nela própria. O acto foi de uma criatividade imensa, notou-se que havia amor naquele abraço prolongado. É óbvio que agora ela queira aparecer o menos possível em público, eu faria o mesmo. Não por vergonha, mas por medo. Medo de se iludir. Mas este assunto já dava para outra conversa, e não quero entrar por aí. Quanto aos Beatles, eles também quiseram mostrar o amor em tempos de outras "crises". Daí quase todas as músicas falarem nesse sentimento. É digno de se louvar a quem ainda, na barafunda das crises financeiras, económicas e sociais, honra aquele que é o mais profundo de todos os sentimentos - o AMOR.


sexta-feira, 7 de setembro de 2012

E depois?


Há uns anos que penso imenso em relação a um assunto: a morte. Não é quanto ao seu "conteúdo", mas sim quanto às impressões seguintes à morte. Bem, acho que não me estou a explicar bem; o que eu queria mesmo era saber se depois de morrermos as pessoas vão chorar ou simplesmente ir ao nosso funeral. Isto é, se se vão preocupar com a nossa morte! Pode ser um pensamento muito egoísta e frio, mas na verdade era uma maneira de descobrir quem teriam sido os verdadeiros e os falsos durante a vida na Terra. Será que aquela pessoa que esteve sempre presente em tudo e a quem nós daríamos a vida, iria chorar por nós? Como eu sou, vou acreditar que sim. E aquela pessoa que mais odiávamos em vida? Se calhar ela ia deixar as demandas de lado e chorar muito, sozinha, fechada no seu quarto, ou onde quer que estivesse.
Este assunto dá muito que falar, gostava imenso de fazer uma pesquisa profunda sobre o mesmo. Não seria tempo perdido, mas sim bastante utilizado a resolver algo que me faz confusão. Talvez um dia ainda me meta nisso, por enquanto vou navegando levemente neste pensamento.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

"Pipi"

Hoje não me apetece vestir-me bem, como sempre. Não me apetece pôr-me toda "pipi". Hoje estou cansada, e só me apetece ficar de pijama o dia todo. Mas as pessoas já me conhecem e sabem que ando sempre toda bem vestida e "pipi". Que nervos! Infelizmente sei, que se não sair à rua bem vestida e "pipi", as pessoas terríveis e tarecas como são, vão todas achar que estou doente e olhar-me de lado. Mas que raio, uma pessoa já não pode andar normal um dia que seja. A culpa pode ser minha, lá isso é verdade, que as habituei mal ao vestir sempre bem e toda "pipi". Será que não pode haver um dia na minha vida, em que saia para a rua sem cremes e maquilhagens, e com um fato de treino da época da minha mãe em que se usavam aqueles tecidos todos muito frenéticos e de cores berrantes? E já agora, posso ir de Havaianas?

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

desabafinho

Uma pessoa, não são duas pessoas. Um pensamento não são vários pensamentos. Um modo de vida, não são modos de vida.
Não tenho de ser como ela para ser melhor. Ela até nem é perfeita, não há pessoas perfeitas. Se Deus nos criou à sua imagem foi com o intuito de sermos como ele; melhor é impossível. 
Para quê haver distinção entre duas pessoas que amam, desejam e cuidam, igualmente, outra pessoa? Se têm essas qualidades não há que haver "uma melhor que a outra".
Acho que não estou a conseguir ser entendida, mas isto para mim faz todo o sentido visto estar a passar por uma situação do género. E não, não são ciúmes. É mesmo raiva, raiva de não conseguir mostrar que ela está  tão enganada com a "perfeição" dessa pessoa! Lá está, quem ama cuida. Se eu não amasse, não cuidava e não me preocupava mesmo estando chateada. Sim, porque há sempre aquelas pessoas que fazem birra quando se chateiam e a birra permanece para sempre; eu não, eu continuo a preocupar-me com ela, mesmo sabendo que ela não liga a isso. Não valoriza. Ou então, valoriza e não quer perceber que está a valorizar, para não estragar a amizade com a outra. 


Enfim.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

grandes frases/textos


"Nem sempre tens tempo para mim, mas sei que posso contar contigo,
que, num momento de crise, estarás ao meu lado, que voltarás sempre,
porque se a vida é um eterno regresso a casa, a amizade é um amor eterno."

Margarida Rebelo Pinto