Agora pergunto-me, será que o problema está em mim? Não acho que merecesse perder amizades tão importantes como estas duas. Não quero nomear nomes, mas se as pessoas em questão lerem este pequeno texto, vão perceber de quem estou a falar. Isto é, se não esqueceram, tal como eu não esqueci, a amizade em questão.
terça-feira, 13 de novembro de 2012
melancolia
Ele. Apareceu na minha vida de um momento para o outro sem eu estar à espera. As conversas começaram por ser banais, até chegarem a um ponto de pura cumplicidade; já não vivíamos um sem o outro, um dia sem falarmos era um dia cinzento. Zangas e discussões começaram por ser frequentes, mas a amizade remendava sempre a situação; o ciúme estragou tudo, como em outras histórias de vida. Foram-se resolvendo essas crises, sempre que aconteciam, e ficava tudo bem. Um dia apareceu alguém mais importante que eu, e compreendia que ele tivesse de dar mais atenção a ela que a mim; mas ele preferiu pôr-me a um canto e cortar relações. Deixou de falar com a pessoa que considerava melhor amiga, por causa da namorada. Um dia a namorada ainda quis vingar-se de mim, da maneira mais absurda, e eu percebi tudo desde então: o melhor era deixar de mandar mensagem, e parar de ser humilhada. Até hoje, nunca mais falámos. Ainda penso na nossa amizade, quase todos os dias.
Ela. Tal como ele apareceu na minha vida de um momento para o outro, mas num momento em que precisava mais de alguém como nunca. Já nos conhecíamos, mas tínhamos deixado de falar. Tornou-se uma melhor amiga. Havia uma enorme cumplicidade, muitas chamadas ao telefone, muitas fotos, muitos momentos. Chorámos juntas e rimos muito. Mas de repente começaram as discussões, essas que chegaram a ser de 3 em 3 dias e passaram a ser de 3 em 3 horas; passou de brincadeira a realidade dura e triste. Sei que a maior parte das vezes eu fui culpada, mas também sei que houve muitas injustiças. Uma amiga dela meteu-se entre nós e foi a gota de água; não havia necessidade nenhuma disso, somos adultas o suficiente para nos defendermos sozinhas. Hoje estou triste porque sei que embora não acabe, a amizade não vai voltar a ser a mesma. Penso nela todos os dias. A nossa amizade mostrou ser uma amizade verdadeira, diferente.
Agora pergunto-me, será que o problema está em mim? Não acho que merecesse perder amizades tão importantes como estas duas. Não quero nomear nomes, mas se as pessoas em questão lerem este pequeno texto, vão perceber de quem estou a falar. Isto é, se não esqueceram, tal como eu não esqueci, a amizade em questão.
Agora pergunto-me, será que o problema está em mim? Não acho que merecesse perder amizades tão importantes como estas duas. Não quero nomear nomes, mas se as pessoas em questão lerem este pequeno texto, vão perceber de quem estou a falar. Isto é, se não esqueceram, tal como eu não esqueci, a amizade em questão.
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
aquela coisa a que todos chamam de distância
" Distância não é um obstaculo.
Não tem que ser.
Para um sentimento nascer ou permancer.
.
O que faz uma amizade sincera,
Não é um toque de mãos,
É a intensidade em que ela é vivida.
Não importa se um está aqui,
E o outro está "aculá".
O que importa é que ambos,
Mesmo longe, entende o outro.
Conhece seus problemas,
E faz de tudo para ajudar.
E isso faz uma amizade completa.
.
.
Uma ligação,
Uma mensagem,
Não importa distância,
Não importa o meio de comunicação,
O que importa é o que está no nosso coração,
O que sentimos pela outra pessoa,
Mesmo ela estando tão distante da gente.
.
A distância não é um obstaculo.
É a prova que um amor nasce em todo lugar.
E sobrevive a tudo. "
retirado de Kesso
terça-feira, 30 de outubro de 2012
para um rabiosque bem firme
Salta! Corre! Faz abdominais! Flexão já! Inicia agachamentos!
Tem sido assim de há um dia para cá. Decidi arranjar coragem, e começar a mexer o rabinho (que bem precisa). Digamos que é preciso muita força de vontade, mas não é nada do que eu não tenha, embora por vezes se esconda. É cedo para tirar conclusões, mas estou a gostar muito, e sinto-me bem enquanto faço e depois de fazer estes exercícios; até parece que respiro melhor e que estou mais leve. Bem, espero que sim, este esforço tem de servir para alguma coisa; se não servir para arranjar um príncipe encantado que sirva para aumentar a minha auto-estima e o meu bem-estar! É bom mexer o corpo, e se o temos 100% em condições, porque não fazê-lo? No ano passado passei o Inverno todo sem me mexer, resultado: mais gorda dentro do bikini, este Verão. E lá está, não é agradável de ver nem de sentir. Portanto, enchi-me de muita coragem e decidi entrar neste "jogo de ginástica". É fácil. Pouco a pouco vai-se notando, e no fim, o ganho é meu. Como alguém diria "se eu não gostar de mim, quem gostará?", e é mesmo assim que se tem de pensar; fazer tudo para que se goste de si própria!
Tem sido assim de há um dia para cá. Decidi arranjar coragem, e começar a mexer o rabinho (que bem precisa). Digamos que é preciso muita força de vontade, mas não é nada do que eu não tenha, embora por vezes se esconda. É cedo para tirar conclusões, mas estou a gostar muito, e sinto-me bem enquanto faço e depois de fazer estes exercícios; até parece que respiro melhor e que estou mais leve. Bem, espero que sim, este esforço tem de servir para alguma coisa; se não servir para arranjar um príncipe encantado que sirva para aumentar a minha auto-estima e o meu bem-estar! É bom mexer o corpo, e se o temos 100% em condições, porque não fazê-lo? No ano passado passei o Inverno todo sem me mexer, resultado: mais gorda dentro do bikini, este Verão. E lá está, não é agradável de ver nem de sentir. Portanto, enchi-me de muita coragem e decidi entrar neste "jogo de ginástica". É fácil. Pouco a pouco vai-se notando, e no fim, o ganho é meu. Como alguém diria "se eu não gostar de mim, quem gostará?", e é mesmo assim que se tem de pensar; fazer tudo para que se goste de si própria!
domingo, 28 de outubro de 2012
grandes frases/textos
"Devia ter ficado quieta mais vezes, devia ter respeitado o teu silêncio e o teu espaço, deixar-te em paz em vez de te pedir o mundo, porque iria sempre amar-te, estivesses ou não ao meu lado, porque fazes parte de mim, mesmo sem saber se és a primeira ou a última peça do meu dominó."
Margarida Rebelo Pinto, in "Diário da Tua Ausência"
domingo, 7 de outubro de 2012
all you need is LOVE
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
E depois?
Há uns anos que penso imenso em relação a um assunto: a morte. Não é quanto ao seu "conteúdo", mas sim quanto às impressões seguintes à morte. Bem, acho que não me estou a explicar bem; o que eu queria mesmo era saber se depois de morrermos as pessoas vão chorar ou simplesmente ir ao nosso funeral. Isto é, se se vão preocupar com a nossa morte! Pode ser um pensamento muito egoísta e frio, mas na verdade era uma maneira de descobrir quem teriam sido os verdadeiros e os falsos durante a vida na Terra. Será que aquela pessoa que esteve sempre presente em tudo e a quem nós daríamos a vida, iria chorar por nós? Como eu sou, vou acreditar que sim. E aquela pessoa que mais odiávamos em vida? Se calhar ela ia deixar as demandas de lado e chorar muito, sozinha, fechada no seu quarto, ou onde quer que estivesse.
Este assunto dá muito que falar, gostava imenso de fazer uma pesquisa profunda sobre o mesmo. Não seria tempo perdido, mas sim bastante utilizado a resolver algo que me faz confusão. Talvez um dia ainda me meta nisso, por enquanto vou navegando levemente neste pensamento.
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
"Pipi"
Hoje não me apetece vestir-me bem, como sempre. Não me apetece pôr-me toda "pipi". Hoje estou cansada, e só me apetece ficar de pijama o dia todo. Mas as pessoas já me conhecem e sabem que ando sempre toda bem vestida e "pipi". Que nervos! Infelizmente sei, que se não sair à rua bem vestida e "pipi", as pessoas terríveis e tarecas como são, vão todas achar que estou doente e olhar-me de lado. Mas que raio, uma pessoa já não pode andar normal um dia que seja. A culpa pode ser minha, lá isso é verdade, que as habituei mal ao vestir sempre bem e toda "pipi". Será que não pode haver um dia na minha vida, em que saia para a rua sem cremes e maquilhagens, e com um fato de treino da época da minha mãe em que se usavam aqueles tecidos todos muito frenéticos e de cores berrantes? E já agora, posso ir de Havaianas?
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