terça-feira, 27 de novembro de 2012
tudo o que vai, também volta (?)
Ando sem inspiração. Mas lá está, tudo o que vai, também volta. Não é o exemplo certo, eu sei, mas apeteceu-me começar com uma pequenina ironia. Cada vez mais oiço o cliché de que tudo o que vai, também volta. Será mesmo verdade? Por vezes acredito por inteiro nisso, mas noutras vezes, duvido por completo! Quando uma relação termina e vai cada um para seu sítio, se gostarem muito um do outro, aquilo ainda de recompõe. E porquê? Porque havia algo de verdadeiro, e o fim do namoro não passou de um equívoco. Mas se isso se repetir vezes sem conta, o que era tão verdadeiro da primeira vez passou a algo muito banal e quase como uma rotina. Acho que estou a fugir ao assunto. O que eu quero mesmo dizer é que se foi e voltou, foi porque sentiu falta; se foi e voltou, vezes sem conta, só gostou de ir e vir, achou divertido, na verdade não sentiu falta nenhuma. Pode ser apenas uma perspectiva minha, poderá haver outras distintas, e que talvez eu também aceitasse. Na verdade, também há vezes que tudo o que vai, já não volta. Aí se pode ter a certeza que talvez não fosse mesmo aquele caminho que devíamos seguir, e fosse um sinal para pôr fim a tudo. Aí só mostra que foi uma perda de tempo, mais nada. Aí não foi amor. Já experienciei que tudo o que vai, também volta; também já vivi o contrário. É assim a vida. Fame, se eu te perder algures pelo quarto, tu voltas para os meus braços durante a noite, não voltas? (o Fame é o meu tigre de peluche)
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
o amor nas crianças
terça-feira, 13 de novembro de 2012
melancolia
Ele. Apareceu na minha vida de um momento para o outro sem eu estar à espera. As conversas começaram por ser banais, até chegarem a um ponto de pura cumplicidade; já não vivíamos um sem o outro, um dia sem falarmos era um dia cinzento. Zangas e discussões começaram por ser frequentes, mas a amizade remendava sempre a situação; o ciúme estragou tudo, como em outras histórias de vida. Foram-se resolvendo essas crises, sempre que aconteciam, e ficava tudo bem. Um dia apareceu alguém mais importante que eu, e compreendia que ele tivesse de dar mais atenção a ela que a mim; mas ele preferiu pôr-me a um canto e cortar relações. Deixou de falar com a pessoa que considerava melhor amiga, por causa da namorada. Um dia a namorada ainda quis vingar-se de mim, da maneira mais absurda, e eu percebi tudo desde então: o melhor era deixar de mandar mensagem, e parar de ser humilhada. Até hoje, nunca mais falámos. Ainda penso na nossa amizade, quase todos os dias.
Ela. Tal como ele apareceu na minha vida de um momento para o outro, mas num momento em que precisava mais de alguém como nunca. Já nos conhecíamos, mas tínhamos deixado de falar. Tornou-se uma melhor amiga. Havia uma enorme cumplicidade, muitas chamadas ao telefone, muitas fotos, muitos momentos. Chorámos juntas e rimos muito. Mas de repente começaram as discussões, essas que chegaram a ser de 3 em 3 dias e passaram a ser de 3 em 3 horas; passou de brincadeira a realidade dura e triste. Sei que a maior parte das vezes eu fui culpada, mas também sei que houve muitas injustiças. Uma amiga dela meteu-se entre nós e foi a gota de água; não havia necessidade nenhuma disso, somos adultas o suficiente para nos defendermos sozinhas. Hoje estou triste porque sei que embora não acabe, a amizade não vai voltar a ser a mesma. Penso nela todos os dias. A nossa amizade mostrou ser uma amizade verdadeira, diferente.
Agora pergunto-me, será que o problema está em mim? Não acho que merecesse perder amizades tão importantes como estas duas. Não quero nomear nomes, mas se as pessoas em questão lerem este pequeno texto, vão perceber de quem estou a falar. Isto é, se não esqueceram, tal como eu não esqueci, a amizade em questão.
Agora pergunto-me, será que o problema está em mim? Não acho que merecesse perder amizades tão importantes como estas duas. Não quero nomear nomes, mas se as pessoas em questão lerem este pequeno texto, vão perceber de quem estou a falar. Isto é, se não esqueceram, tal como eu não esqueci, a amizade em questão.
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
aquela coisa a que todos chamam de distância
" Distância não é um obstaculo.
Não tem que ser.
Para um sentimento nascer ou permancer.
.
O que faz uma amizade sincera,
Não é um toque de mãos,
É a intensidade em que ela é vivida.
Não importa se um está aqui,
E o outro está "aculá".
O que importa é que ambos,
Mesmo longe, entende o outro.
Conhece seus problemas,
E faz de tudo para ajudar.
E isso faz uma amizade completa.
.
.
Uma ligação,
Uma mensagem,
Não importa distância,
Não importa o meio de comunicação,
O que importa é o que está no nosso coração,
O que sentimos pela outra pessoa,
Mesmo ela estando tão distante da gente.
.
A distância não é um obstaculo.
É a prova que um amor nasce em todo lugar.
E sobrevive a tudo. "
retirado de Kesso
terça-feira, 30 de outubro de 2012
para um rabiosque bem firme
Salta! Corre! Faz abdominais! Flexão já! Inicia agachamentos!
Tem sido assim de há um dia para cá. Decidi arranjar coragem, e começar a mexer o rabinho (que bem precisa). Digamos que é preciso muita força de vontade, mas não é nada do que eu não tenha, embora por vezes se esconda. É cedo para tirar conclusões, mas estou a gostar muito, e sinto-me bem enquanto faço e depois de fazer estes exercícios; até parece que respiro melhor e que estou mais leve. Bem, espero que sim, este esforço tem de servir para alguma coisa; se não servir para arranjar um príncipe encantado que sirva para aumentar a minha auto-estima e o meu bem-estar! É bom mexer o corpo, e se o temos 100% em condições, porque não fazê-lo? No ano passado passei o Inverno todo sem me mexer, resultado: mais gorda dentro do bikini, este Verão. E lá está, não é agradável de ver nem de sentir. Portanto, enchi-me de muita coragem e decidi entrar neste "jogo de ginástica". É fácil. Pouco a pouco vai-se notando, e no fim, o ganho é meu. Como alguém diria "se eu não gostar de mim, quem gostará?", e é mesmo assim que se tem de pensar; fazer tudo para que se goste de si própria!
Tem sido assim de há um dia para cá. Decidi arranjar coragem, e começar a mexer o rabinho (que bem precisa). Digamos que é preciso muita força de vontade, mas não é nada do que eu não tenha, embora por vezes se esconda. É cedo para tirar conclusões, mas estou a gostar muito, e sinto-me bem enquanto faço e depois de fazer estes exercícios; até parece que respiro melhor e que estou mais leve. Bem, espero que sim, este esforço tem de servir para alguma coisa; se não servir para arranjar um príncipe encantado que sirva para aumentar a minha auto-estima e o meu bem-estar! É bom mexer o corpo, e se o temos 100% em condições, porque não fazê-lo? No ano passado passei o Inverno todo sem me mexer, resultado: mais gorda dentro do bikini, este Verão. E lá está, não é agradável de ver nem de sentir. Portanto, enchi-me de muita coragem e decidi entrar neste "jogo de ginástica". É fácil. Pouco a pouco vai-se notando, e no fim, o ganho é meu. Como alguém diria "se eu não gostar de mim, quem gostará?", e é mesmo assim que se tem de pensar; fazer tudo para que se goste de si própria!
domingo, 28 de outubro de 2012
grandes frases/textos
"Devia ter ficado quieta mais vezes, devia ter respeitado o teu silêncio e o teu espaço, deixar-te em paz em vez de te pedir o mundo, porque iria sempre amar-te, estivesses ou não ao meu lado, porque fazes parte de mim, mesmo sem saber se és a primeira ou a última peça do meu dominó."
Margarida Rebelo Pinto, in "Diário da Tua Ausência"
domingo, 7 de outubro de 2012
all you need is LOVE
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