terça-feira, 19 de março de 2013
Homens de h pequeno e estatura de 3 metros e tal
Há por aí muita infantilidade escondida atrás de uma boa capa de ferro. Digo isto porque querem fazer-se muito Homens (homens e mulheres), mas no fundo não passam de criancinhas com atitudes de infantário, tipo birras e amuos. E há outra coisa, em grupos principalmente, paga sempre o justo pelo pecador. Quero com isto dizer, que essas tais criancinhas com a mania que são Homens usam a amostra para definir o todo, quando num grupo nunca se deve estereotipar porque existem pessoas com os mais diversos tipos de personalidade. Irrita-me. Irrita-me profundamente ainda não haver o poder de distinguir problemas e de deixá-los para lá da porta. Para quê acumular e fazer com que se torne maior esse mesmo problema? Há-que saber distinguir as coisas. Porque "uma coisa é uma coisa, e outra coisa é outra coisa" (algures na novela Destinos Cruzados - nome curioso, mas fica para uma próxima ...)
segunda-feira, 11 de março de 2013
O Baile
Obrigada Mariana por teres dito que para ti eu seria sempre uma rainha do baile; obrigada Lena por me teres aturado na difícil escolha do vestido, sapatos e acessórios; obrigada Ana por me teres conseguido pôr o verniz nas unhas igual à cor dos sapatos; obrigada Susana pelo penteado que tinha 34 ganchos e pela maquilhagem; obrigada avó, mãe e mana por me terem vestido; obrigada pai pelos nervos que tinhas, mais que eu própria; obrigada Sérgio por teres esperado e por me teres ido buscar a casa; obrigada pessoal das fotos e da minha mesa pela diversão; obrigada Tina e Xana por compreenderem as minhas paragens a falar a toda a gente; obrigada Marco pelas conversas de mesa; obrigada Diogo pela boleia para casa.
Porque Baile de Finalistas no secundário só se tem um ...
Obrigada a todos e mais alguns por me terem ajudado a ser princesa por uma noite :)
Porque Baile de Finalistas no secundário só se tem um ...
Obrigada a todos e mais alguns por me terem ajudado a ser princesa por uma noite :)
sábado, 9 de março de 2013
2013
- Passagem de Ano (noite super glamorosa)
- Início do 2º Período (que secaaa)
- Carnaval (amigos improváveis e noites loucas)
- Aulas (testes e mais testes, trabalhos e mais trabalhos)
- Noites (fins inesperados)
- Baile de Finalistas (é hoje a noite em que tudo pode acontecer)
Retrospectiva de 2013 até agora, já que não houve tempo para escrever nada ...
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
Quase Natal
O tempo tem sido escasso e não me tem deixado vir a este cantinho escrever. Malvado! Hoje fintei-o e vim.
É Natal. Aquela época em que o amor prevalece a tudo. A época mais especial do ano. A que todos esperam, especialmente as crianças. Mas nem todas as crianças podem viver o Natal da mesma maneira; nem todas vão receber, trazidos pelo Pai Natal, os presentes que tanto alcançaram. Algumas vão passar esta quadra na rua, ao frio, outras, vão passá-la cheias de fome. É triste que todos os meninos do mundo não passem o Natal de igual forma; eles deveriam ser os seres que mais regalias deviam ter! Também os sem-abrigo e os velhinhos que estão sós não passam a noite de 24 como o resto das famílias que estão todas unidas (nem que seja esta a única vez que o estão). É certo que a união, e todos os valores com relevo no Natal deviam ser postos em prática durante o ano inteiro, mas neste momento de magia tudo isso devia ser como um direito para todos.
É Natal. Há-que ser feliz e viver esta fantasia tão real!
terça-feira, 27 de novembro de 2012
tudo o que vai, também volta (?)
Ando sem inspiração. Mas lá está, tudo o que vai, também volta. Não é o exemplo certo, eu sei, mas apeteceu-me começar com uma pequenina ironia. Cada vez mais oiço o cliché de que tudo o que vai, também volta. Será mesmo verdade? Por vezes acredito por inteiro nisso, mas noutras vezes, duvido por completo! Quando uma relação termina e vai cada um para seu sítio, se gostarem muito um do outro, aquilo ainda de recompõe. E porquê? Porque havia algo de verdadeiro, e o fim do namoro não passou de um equívoco. Mas se isso se repetir vezes sem conta, o que era tão verdadeiro da primeira vez passou a algo muito banal e quase como uma rotina. Acho que estou a fugir ao assunto. O que eu quero mesmo dizer é que se foi e voltou, foi porque sentiu falta; se foi e voltou, vezes sem conta, só gostou de ir e vir, achou divertido, na verdade não sentiu falta nenhuma. Pode ser apenas uma perspectiva minha, poderá haver outras distintas, e que talvez eu também aceitasse. Na verdade, também há vezes que tudo o que vai, já não volta. Aí se pode ter a certeza que talvez não fosse mesmo aquele caminho que devíamos seguir, e fosse um sinal para pôr fim a tudo. Aí só mostra que foi uma perda de tempo, mais nada. Aí não foi amor. Já experienciei que tudo o que vai, também volta; também já vivi o contrário. É assim a vida. Fame, se eu te perder algures pelo quarto, tu voltas para os meus braços durante a noite, não voltas? (o Fame é o meu tigre de peluche)
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
o amor nas crianças
terça-feira, 13 de novembro de 2012
melancolia
Ele. Apareceu na minha vida de um momento para o outro sem eu estar à espera. As conversas começaram por ser banais, até chegarem a um ponto de pura cumplicidade; já não vivíamos um sem o outro, um dia sem falarmos era um dia cinzento. Zangas e discussões começaram por ser frequentes, mas a amizade remendava sempre a situação; o ciúme estragou tudo, como em outras histórias de vida. Foram-se resolvendo essas crises, sempre que aconteciam, e ficava tudo bem. Um dia apareceu alguém mais importante que eu, e compreendia que ele tivesse de dar mais atenção a ela que a mim; mas ele preferiu pôr-me a um canto e cortar relações. Deixou de falar com a pessoa que considerava melhor amiga, por causa da namorada. Um dia a namorada ainda quis vingar-se de mim, da maneira mais absurda, e eu percebi tudo desde então: o melhor era deixar de mandar mensagem, e parar de ser humilhada. Até hoje, nunca mais falámos. Ainda penso na nossa amizade, quase todos os dias.
Ela. Tal como ele apareceu na minha vida de um momento para o outro, mas num momento em que precisava mais de alguém como nunca. Já nos conhecíamos, mas tínhamos deixado de falar. Tornou-se uma melhor amiga. Havia uma enorme cumplicidade, muitas chamadas ao telefone, muitas fotos, muitos momentos. Chorámos juntas e rimos muito. Mas de repente começaram as discussões, essas que chegaram a ser de 3 em 3 dias e passaram a ser de 3 em 3 horas; passou de brincadeira a realidade dura e triste. Sei que a maior parte das vezes eu fui culpada, mas também sei que houve muitas injustiças. Uma amiga dela meteu-se entre nós e foi a gota de água; não havia necessidade nenhuma disso, somos adultas o suficiente para nos defendermos sozinhas. Hoje estou triste porque sei que embora não acabe, a amizade não vai voltar a ser a mesma. Penso nela todos os dias. A nossa amizade mostrou ser uma amizade verdadeira, diferente.
Agora pergunto-me, será que o problema está em mim? Não acho que merecesse perder amizades tão importantes como estas duas. Não quero nomear nomes, mas se as pessoas em questão lerem este pequeno texto, vão perceber de quem estou a falar. Isto é, se não esqueceram, tal como eu não esqueci, a amizade em questão.
Agora pergunto-me, será que o problema está em mim? Não acho que merecesse perder amizades tão importantes como estas duas. Não quero nomear nomes, mas se as pessoas em questão lerem este pequeno texto, vão perceber de quem estou a falar. Isto é, se não esqueceram, tal como eu não esqueci, a amizade em questão.
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