Come, pode ser fome!
sábado, 30 de março de 2013
sexta-feira, 29 de março de 2013
Engano
"Pior do que enganarmos os outros é enganarmo-nos a nós próprios - e não há nada que faça uma pessoa sentir-se pior do que andar sempre a fingir ser aquilo que não é."
Margarida Rebelo Pinto
E foi assim que conseguiste perder tudo, a enganares-te a ti próprio ...
R de Respeito
É tarde. A chuva cai, intensa e fria. Dentro de casa, eu penso na noite que passou. No quarto, reflito mais profundamente. Doeu. Talvez não devia ter doído tanto, mas é mesmo assim, não se escolhe. Ao princípio fiz-me de forte, também eu errei mas não desta maneira; não de maneira tão dura. Depois fui-me abaixo e chorei. Chorei tanto que não consegui controlar sequer o que dizia. Continuei a chorar bastante, e tu, lá fora riste. Riste e ameaçaste pôr outras coisas que nada tinham a ver em causa! Faltou o respeito. Aquele que eu pensei que tu tivesses, mas afinal enganei-me. É assim, por vezes equivocamo-nos em relação às pessoas; nem sempre são aquilo que pensamos serem. No final, consigo tirar três boas conclusões: não gostas de mim, não gostas da pessoa que beijaste, e não gostas de ti próprio. Porque se o contrário se verificasse, não terias agido dessa maneira, mesmo desculpando-te com a bebida a mais.
Escrevo-te a ti, que sabes quem és, porque ainda tenho esperança que venhas a ter mais respeito com outras pessoas que se atravessem na tua vida. Escrevo porque sei que na verdade não és assim. Não querendo de maneira alguma ofender alguém, mas se isso acontecer, que esse alguém se dirija a mim.
Escrevo-te a ti, que sabes quem és, porque ainda tenho esperança que venhas a ter mais respeito com outras pessoas que se atravessem na tua vida. Escrevo porque sei que na verdade não és assim. Não querendo de maneira alguma ofender alguém, mas se isso acontecer, que esse alguém se dirija a mim.
quinta-feira, 28 de março de 2013
Família Espalharte
Tudo começou com uma brincadeira, ontem fizemos uma actuação no CAEP. Pois é, tudo se constrói quando se quer muito. E construiu-se. Construiu-se um grupo de teatro amador, cheio de vitalidade e energia, coragem e determinação, carisma e vontade; um grupo que enfrenta diariamente os problemas nele existentes, um grupo que, fundamentalmente, não desiste!
Já vivi muito com este grupo: já ri e chorei "baba e ranho", já passei férias junto deles, já criei histórias com eles, já me zanguei, já me cansei, já gritei, já relaxei, já andei de olhos fechados, já experimentei mil e uma fatiotas, já dancei, já escrevi e descrevi, já maquilhei e já ajudei a vestir, já participei, já li, já imitei, já falei, já desabafei, já fui psicóloga, já festejei, já tive aquele nervoso miudinho antes de entrar em palco, já interpretei e fui aplaudida. Já fiz éne coisas com eles e para eles, que não me arrependo nada de as ter feito, pois contribuíram para aquilo que sou hoje. Se deixava de fazer alguma coisa? Não, nunca. Se voltaria atrás e não teria embarcado nesta aventura? Não, de modo nenhum.
Comecei a afeiçoar-me, de um tal modo, que criei laços de amizade e de amor. Conheci e descobri gente espectacular, cada um com o sei feitio, especiais às suas maneiras, mas muito importantes para a minha realização pessoal. Depois vieram as brigam, umas dentro do próprio grupo e outras arrastadas, como que pelo vento, do exterior para o interior do grupo. Neste momento gostaria de me reconciliar com certas pessoas, pois num grupo a estabilidade de uns é o factor principal para a estabilidade de todos; ou seja, se dois estiverem bem, os restantes também estarão. Sinto, eu e não só, que há grupos dentro do grupo. Sinto que isso afecta. Sinto-me mal graças a essa situação, e não é dizer por dizer, sinto-me mesmo mal. Em Setembro a minha vida vai mudar, e não sei se continuarei no grupo. Talvez terei de abandoná-lo para sempre. E aí, vai haver saudade. Uma saudade de quem viveu os melhores anos da sua vida com pessoas muito especiais. Mas a vida é mesmo assim, nem sempre podemos criá-la e modificá-la à nossa maneira. Tenho pena, e sim, vou chorar bastante. Eram já parte da minha família.
Enquanto isso acontece e não acontece, acho que se tem de aproveitar ao máximo. Mas não é com metade do grupo junto a mim e a outra metade afastada de mim que isso vai acontecer. Vou empenhar-me, conseguir trazer de volta os bons momentos, os momentos da Família Espalharte! Porque como diz aquela música "A vida não vai parar, vai como o vento, tens tudo a dar, não percas tempo", a vida não pára e não há tempo para pensar duas vezes entre o aproveitar e o abandonar.
A todos, um muito OBRIGADA!
Já vivi muito com este grupo: já ri e chorei "baba e ranho", já passei férias junto deles, já criei histórias com eles, já me zanguei, já me cansei, já gritei, já relaxei, já andei de olhos fechados, já experimentei mil e uma fatiotas, já dancei, já escrevi e descrevi, já maquilhei e já ajudei a vestir, já participei, já li, já imitei, já falei, já desabafei, já fui psicóloga, já festejei, já tive aquele nervoso miudinho antes de entrar em palco, já interpretei e fui aplaudida. Já fiz éne coisas com eles e para eles, que não me arrependo nada de as ter feito, pois contribuíram para aquilo que sou hoje. Se deixava de fazer alguma coisa? Não, nunca. Se voltaria atrás e não teria embarcado nesta aventura? Não, de modo nenhum.
Comecei a afeiçoar-me, de um tal modo, que criei laços de amizade e de amor. Conheci e descobri gente espectacular, cada um com o sei feitio, especiais às suas maneiras, mas muito importantes para a minha realização pessoal. Depois vieram as brigam, umas dentro do próprio grupo e outras arrastadas, como que pelo vento, do exterior para o interior do grupo. Neste momento gostaria de me reconciliar com certas pessoas, pois num grupo a estabilidade de uns é o factor principal para a estabilidade de todos; ou seja, se dois estiverem bem, os restantes também estarão. Sinto, eu e não só, que há grupos dentro do grupo. Sinto que isso afecta. Sinto-me mal graças a essa situação, e não é dizer por dizer, sinto-me mesmo mal. Em Setembro a minha vida vai mudar, e não sei se continuarei no grupo. Talvez terei de abandoná-lo para sempre. E aí, vai haver saudade. Uma saudade de quem viveu os melhores anos da sua vida com pessoas muito especiais. Mas a vida é mesmo assim, nem sempre podemos criá-la e modificá-la à nossa maneira. Tenho pena, e sim, vou chorar bastante. Eram já parte da minha família.
Enquanto isso acontece e não acontece, acho que se tem de aproveitar ao máximo. Mas não é com metade do grupo junto a mim e a outra metade afastada de mim que isso vai acontecer. Vou empenhar-me, conseguir trazer de volta os bons momentos, os momentos da Família Espalharte! Porque como diz aquela música "A vida não vai parar, vai como o vento, tens tudo a dar, não percas tempo", a vida não pára e não há tempo para pensar duas vezes entre o aproveitar e o abandonar.
A todos, um muito OBRIGADA!
quarta-feira, 27 de março de 2013
...
Bem, andei a "vasculhar" as visualizações do meu blog e deparei-me com um cenário curioso: 19 visualizações no post "homens de h pequeno e estatura de 3 metros e tal". Não sei se será bom, se será mau ... Este blog foi criado com o intuito de diário pessoal, como desabafo, não como crítica social; não querendo ser mal interpretada aqui fica o meu esclarecimento.
sábado, 23 de março de 2013
grandes frases/textos
“Às vezes é preciso aprender a perder, a ouvir e não responder, a falar sem nada dizer, a esconder o que mais queremos mostrar, a dar sem receber, sem cobrar, sem reclamar. Às vezes é preciso respirar fundo e esperar que o tempo nos indique o momento certo para falar e então alinhar as ideias, usar a cabeça e esquecer o coração, dizer tudo o que se tem para dizer, não ter medo de dizer não, não esquecer nenhuma ideia, nenhum pormenor, deixar tudo bem claro em cima da mesa para que não restem dúvidas e não duvidar nunca daquilo que estamos a fazer.”
Margarida Rebelo Pinto
quarta-feira, 20 de março de 2013
18 anos
Dizia a minha mãe, ontem, que era para ter sido no dia 19 e não no dia 20. Pois é, atrasei-me. Talvez seja por isso que a minha pontualidade nem sempre seja a melhor ... Mas até foi uma boa prenda do dia do pai, atrasada, mas foi!
E hoje, no dia 20 de Março de 2013 cumprem-se os 18 anos de vida desta tal "prenda atrasada". Se me perguntarem qual é a sensação, a minha resposta passa por " é igual às outras sensações de fazer 5, 10, 20, 90 anos ". Sim, já posso ser presa e já posso votar, coisas que requerem alguma responsabilidade da minha parte. Já posso conduzir, o que me faz sentir adulta. Mas a sensação é igual: fazer mais um ano e crescer. Bem, já posso fazer muitas mais coisas adultas, isso é verdade, mas eu quero continuar a ser um bocadinho criança. Ser criança crescerá sempre comigo. Serei sempre uma princesinha; serei sempre "a menina".
E hoje, no dia 20 de Março de 2013 cumprem-se os 18 anos de vida desta tal "prenda atrasada". Se me perguntarem qual é a sensação, a minha resposta passa por " é igual às outras sensações de fazer 5, 10, 20, 90 anos ". Sim, já posso ser presa e já posso votar, coisas que requerem alguma responsabilidade da minha parte. Já posso conduzir, o que me faz sentir adulta. Mas a sensação é igual: fazer mais um ano e crescer. Bem, já posso fazer muitas mais coisas adultas, isso é verdade, mas eu quero continuar a ser um bocadinho criança. Ser criança crescerá sempre comigo. Serei sempre uma princesinha; serei sempre "a menina".
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