sábado, 6 de abril de 2013

falar com o coração


"E de eu disser que foi tudo confusão, não falo com o coração, não falo com o coração."

Falem com o coração, sempre, ou sempre que puderem. Um bom dia para todos. 

sexta-feira, 5 de abril de 2013

o "era" passou para "não é" (?)


A minha pertinência pergunta-me "porque é que não pode voltar tudo a ser como era?"

Se calhar mereço mesmo isto. Já não percebo nada, nem nunca vou perceber pelo andar da carruagem.

A vida é realmente estranha, e as pessoas ainda o são mais! 
Vou dormir, talvez o mal seja mesmo só o "sono" ...

Há dias assim. 
Dias em que não me percebo, dias que não percebo os outros e dias que não percebo as minhas ações e as ações dos outros.



sábado, 30 de março de 2013

sexta-feira, 29 de março de 2013

Engano

"Pior do que enganarmos os outros é enganarmo-nos a nós próprios - e não há nada que faça uma pessoa sentir-se pior do que andar sempre a fingir ser aquilo que não é."
Margarida Rebelo Pinto

E foi assim que conseguiste perder tudo, a enganares-te a ti próprio ...

R de Respeito

É tarde. A chuva cai, intensa e fria. Dentro de casa, eu penso na noite que passou. No quarto, reflito mais profundamente. Doeu. Talvez não devia ter doído tanto, mas é mesmo assim, não se escolhe. Ao princípio fiz-me de forte, também eu errei mas não desta maneira; não de maneira tão dura. Depois fui-me abaixo e chorei. Chorei tanto que não consegui controlar sequer o que dizia. Continuei a chorar bastante, e tu, lá fora riste. Riste e ameaçaste pôr outras coisas que nada tinham a ver em causa! Faltou o respeito. Aquele que eu pensei que tu tivesses, mas afinal enganei-me. É assim, por vezes equivocamo-nos em relação às pessoas; nem sempre são aquilo que pensamos serem. No final, consigo tirar três boas conclusões: não gostas de mim, não gostas da pessoa que beijaste, e não gostas de ti próprio. Porque se o contrário se verificasse, não terias agido dessa maneira, mesmo desculpando-te com a bebida a mais.

Escrevo-te a ti, que sabes quem és, porque ainda tenho esperança que venhas a ter mais respeito com outras pessoas que se atravessem na tua vida. Escrevo porque sei que na verdade não és assim. Não querendo de maneira alguma ofender alguém, mas se isso acontecer, que esse alguém se dirija a mim.

quinta-feira, 28 de março de 2013

Família Espalharte

Tudo começou com uma brincadeira, ontem fizemos uma actuação no CAEP. Pois é, tudo se constrói quando se quer muito. E construiu-se. Construiu-se um grupo de teatro amador, cheio de vitalidade e energia, coragem e determinação, carisma e vontade; um grupo que enfrenta diariamente os problemas nele existentes, um grupo que, fundamentalmente, não desiste!
Já vivi muito com este grupo: já ri e chorei "baba e ranho", já passei férias junto deles, já criei histórias com eles, já me zanguei, já me cansei, já gritei, já relaxei, já andei de olhos fechados, já experimentei mil e uma fatiotas, já dancei, já escrevi e descrevi, já maquilhei e já ajudei a vestir, já participei, já li, já imitei, já falei, já desabafei, já fui psicóloga, já festejei, já tive aquele nervoso miudinho antes de entrar em palco, já interpretei e fui aplaudida. Já fiz éne coisas com eles e para eles, que não me arrependo nada de as ter feito, pois contribuíram para aquilo que sou hoje. Se deixava de fazer alguma coisa? Não, nunca. Se voltaria atrás e não teria embarcado nesta aventura? Não, de modo nenhum.
Comecei a afeiçoar-me, de um tal modo, que criei laços de amizade e de amor. Conheci e descobri gente espectacular, cada um com o sei feitio, especiais às suas maneiras, mas muito importantes para a minha realização pessoal. Depois vieram as brigam, umas dentro do próprio grupo e outras arrastadas, como que pelo vento, do exterior para o interior do grupo. Neste momento gostaria de me reconciliar com certas pessoas, pois num grupo a estabilidade de uns é o factor principal para a estabilidade de todos; ou seja, se dois estiverem bem, os restantes também estarão. Sinto, eu e não só, que há grupos dentro do grupo. Sinto que isso afecta. Sinto-me mal graças a essa situação, e não é dizer por dizer, sinto-me mesmo mal. Em Setembro a minha vida vai mudar, e não sei se continuarei no grupo. Talvez terei de abandoná-lo para sempre. E aí, vai haver saudade. Uma saudade de quem viveu os melhores anos da sua vida com pessoas muito especiais. Mas a vida é mesmo assim, nem sempre podemos criá-la e modificá-la à nossa maneira. Tenho pena, e sim, vou chorar bastante. Eram já parte da minha família.
Enquanto isso acontece e não acontece, acho que se tem de aproveitar ao máximo. Mas não é com metade do grupo junto a mim e a outra metade afastada de mim que isso vai acontecer. Vou empenhar-me, conseguir trazer de volta os bons momentos, os momentos da Família Espalharte! Porque como diz aquela música "A vida não vai parar, vai como o vento, tens tudo a dar, não percas tempo", a vida não pára e não há tempo para pensar duas vezes entre o aproveitar e o abandonar.
A todos, um muito OBRIGADA!

quarta-feira, 27 de março de 2013

...

Bem, andei a "vasculhar" as visualizações do meu blog e deparei-me com um cenário curioso: 19 visualizações no post "homens de h pequeno e estatura de 3 metros e tal". Não sei se será bom, se será mau ... Este blog foi criado com o intuito de diário pessoal, como desabafo, não como crítica social; não querendo ser mal interpretada aqui fica o meu esclarecimento.