segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Talvez um dia ...


Quem sabe, não é? No meio da confusão da cidade, ou da tranquilidade do campo, nós talvez ainda nos encontremos.
São meros acasos.
Mas que o acaso nos traga o reencontro dos nossos corações.

domingo, 29 de setembro de 2013

o fenómeno de auto-dificultar o que é simples e verdadeiro


São muitas as vezes em que temos tudo tão perto e fazemos com que tudo fique tão longe. Impedimos que a felicidade nos chegue, enquanto que ela está a um passo de nós próprios. Mas são nos piores momentos, e talvez também nos melhores, que se vê quem realmente está perto mesmo estando longe, ou quem nós próprios fizemos distanciar. Essas pessoas não nos vão negar a nada, essas pessoas vão preocupar-se connosco, vão dar um sorriso e provavelmente uma gargalhada, vão apoiar e ajudar-nos em tudo, e vão elogiar-nos sempre para que o nosso dia se alegre.

O uso da 1ª pessoa do plural faz todo o sentido: toda a gente tem um protótipo da pessoa que eu defini; toda a gente precisa dessa pessoa e, talvez, não sabe a melhor maneira como chegar a ela; mas um dia o mais certo é ela vir ao encontro de cada um de nós e fazer-nos perceber que o que é verdadeiro é eterno e não olha a meios para atingir os fins.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

abre mentes

"o fim de uma vida é o começo doutra"

Como é impressionante o poder de uma frase ... Cala. Move. Desorienta. Pára. Recomeça. Vibra. Desliga. Mas, sobretudo, consegue ter o poder de confundir muita coisa. Sentimentos e emoções são elevados à flor da pele e postos em causa: será que afinal não é bem assim como tinha pensado? Pois é, muitas vezes é necessário um pequeno "abre-olhos" para também abrir mentes e confundir o que seria completamente desconfuso. E mais não digo, deixo ao critério de quem queira criar confusões.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Um Verão, Mil Emoções

Pois é, o Verão começou e deixei de vir escrever. Agora que está prestes a acabar tomei a decisão de redigir sobre o mesmo. O tempo foi escasso, as actividades muitas: os exames e posterior concurso de ensino superior, as imensas saídas à noite, as festas, a praia, a piscina, o ar do campo, os teatros, os jantares, as comemorações, entre tantas outras coisas. Fiz novos amigos e renovei laços que cada vez estão mais fortes. Perdi pessoas. Dói. Mas uma nova vida está a começar e o importante é não desanimar. É tempo de faculdade, novas experiências e novas pessoas. É também tempo de hábito e de muita saudade.

(Talvez quem me tenha perdido ainda possa vir a sentir a minha falta.)

Ao "my baby boo" deixo um amor que nunca hei-de esquecer. R <3

terça-feira, 14 de maio de 2013

:)

Hello United States of America! Thanks for the visits to my blog, hope you enjoy what I write. Kisses and hugs :)

Bonjour Luxembourg! Merci pour les visites sur mon blog, j'espère que vous apprécierez ce que je vous écris. Baisers et des caresses :)

Uma atenção especial a quem, espalhado pelo mundo, lê o que escrevo ...

segunda-feira, 13 de maio de 2013

perda

Acho que devo ter andado a frequentar um curso de "perdas". Parece estúpido, mas passo a explicar ... Há uns tempos para cá ando a perder pessoas, coisas e hoje perdi uma pequena "conquista". Ontem salvei uma tartaruga da estrada e trouxe-a para casa, para um pequeno habitat que tenho onde vive outra tartaruga gigante. Qual não é o meu espanto quando hoje vou visitar o novo elemento da família e este tinha desaparecido, sem sinal de rasto. Senti um enorme vazio, igual ao vazio sentido em outras perdas. Não foi preciso afeiçoar-me à tartaruga, mas o momento em que ela apareceu na minha vida ligou-nos como se a tivesse acarinhado desde sempre. E é assim, nem sempre o amor é por ligação física ...

Adeus Pamela (nome que a baptizei), acredito que o sítio onde estejas faça de ti uma pessoa mais feliz.

sábado, 11 de maio de 2013

contradição rima com confusão

Por vezes questiono-me se os rapazes gostarão mais de raparigas que não ligam nenhuma à aparência (ou por outro lado, ligam demais) e que não dão atenção nenhuma aos problemas deles, ou seja, que não se preocupam com eles. Será que gostam assim tanto de desprezo e de serem desprezados? Regulando-me pelo lado feminino, a maioria de nós raparigas, "abominam" desprezo, falta de atenção, afastamento, ... Talvez sejamos nós mais sentimentais e daí termos o poder de guardar em nós um fruto durante 9 meses, e seguidamente, estar 24h (mais ou menos) com esse fruto, achando sempre que é sempre pouco tempo.

Há um outro mito que diz que os homens procuram nas mulheres as características que encontram naquela que foi desde sempre a sua figura maternal. Será que eles gostam que as mães os desprezassem? Não, não pode. Assim já está a haver uma contradição. Se vêem na futura mulher a sua mãe, nem sempre se regem por esse fundamento; isto é, se olham para quem os despreza, nunca poderão vir a amar essa pessoa porque não é, de todo, como a sua mãe. Surgem assim aqueles "amores fingidos" que duram 1/2 semanas, ou então aquelas "curtes de uma noite". Não digo que é mau, mas se assim é os seres humanos masculinos andam em contradição; vejam lá em que é que ficamos ...