No seguimento de uma publicação feita por mim no Facebook ...
O amor por vezes é muito injusto. Ou melhor, as pessoas que o protagonizam é que o tornam injusto. Sabem perfeitamente que se querem uma à outra, sabem que não há nada a impedir o sentimento, mas conseguem, no entanto, viver indiferentes um ao outro. Uma indiferença falsa, visto que se amam. Não sabem é chegar um ao outro. Há medo, há preguiça, há pensamentos errados. Se se quer mesmo, porque não ir em frente? Ai, gente tonta.
domingo, 27 de outubro de 2013
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
O amor é o que nos alimenta, e mesmo quando acaba, existe!
O amor é sinónimo de oportunidades. E a maior oportunidade é deixar que amemos e, que sejamos amados. É errado deixar escapar as 365 oportunidades que a vida nos proporciona! Quando um amor termina, ele não termina de um momento para o outro, nem num dia, nem numa semana, nem mesmo num ano, dois, três ou cinco. É errado pensar que no fim de grandes momentos e cumplicidades, já não existe amor, que não se ama ou se é amado. Por isso, desistir não consta no dicionário de quem quer muito alguém (ou pelo menos não devia constar).
Acreditar é meio caminho para vencer a batalha do amor. Mas nem sempre se consegue acreditar que se pode alcançar o troféu. Para isso, existem outros tipos de oportunidades, porque o “fim de uma vida é o começo de outra”. Novas pessoas, novos motivos para acreditar no amor, uma nova vida.
Mas o ser humano é fraco, e passado algum tempo há recordações e clichés, há o voltar às origens – e isso é amor! Porque há olhares, sorrisos, troca de palavras. O que nem sempre há, é a capacidade de aguentar e seguir em frente.
Dá-se a paralisação de dois corações sem saberem como hão-de reagir, querendo ambos ficar junto um do outro, mas sem saberem como fazer isso acontecer.
Mas o amor não se vê, sente-se!
P.S - A todos aqueles que já amaram, mas não tiveram forças para agarrar oportunidades, sintam o amor que vos vai na alma e não desperdicem chances …
Texto elaborado no grupo de teatro Espalharte por mim e pelo Tiago Bonacho :)
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Talvez um dia ...
Quem sabe, não é? No meio da confusão da cidade, ou da tranquilidade do campo, nós talvez ainda nos encontremos.
São meros acasos.
Mas que o acaso nos traga o reencontro dos nossos corações.
São meros acasos.
Mas que o acaso nos traga o reencontro dos nossos corações.
domingo, 29 de setembro de 2013
o fenómeno de auto-dificultar o que é simples e verdadeiro
São muitas as vezes em que temos tudo tão perto e fazemos com que tudo fique tão longe. Impedimos que a felicidade nos chegue, enquanto que ela está a um passo de nós próprios. Mas são nos piores momentos, e talvez também nos melhores, que se vê quem realmente está perto mesmo estando longe, ou quem nós próprios fizemos distanciar. Essas pessoas não nos vão negar a nada, essas pessoas vão preocupar-se connosco, vão dar um sorriso e provavelmente uma gargalhada, vão apoiar e ajudar-nos em tudo, e vão elogiar-nos sempre para que o nosso dia se alegre.
O uso da 1ª pessoa do plural faz todo o sentido: toda a gente tem um protótipo da pessoa que eu defini; toda a gente precisa dessa pessoa e, talvez, não sabe a melhor maneira como chegar a ela; mas um dia o mais certo é ela vir ao encontro de cada um de nós e fazer-nos perceber que o que é verdadeiro é eterno e não olha a meios para atingir os fins.
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
abre mentes
"o fim de uma vida é o começo doutra"
Como é impressionante o poder de uma frase ... Cala. Move. Desorienta. Pára. Recomeça. Vibra. Desliga. Mas, sobretudo, consegue ter o poder de confundir muita coisa. Sentimentos e emoções são elevados à flor da pele e postos em causa: será que afinal não é bem assim como tinha pensado? Pois é, muitas vezes é necessário um pequeno "abre-olhos" para também abrir mentes e confundir o que seria completamente desconfuso. E mais não digo, deixo ao critério de quem queira criar confusões.
Como é impressionante o poder de uma frase ... Cala. Move. Desorienta. Pára. Recomeça. Vibra. Desliga. Mas, sobretudo, consegue ter o poder de confundir muita coisa. Sentimentos e emoções são elevados à flor da pele e postos em causa: será que afinal não é bem assim como tinha pensado? Pois é, muitas vezes é necessário um pequeno "abre-olhos" para também abrir mentes e confundir o que seria completamente desconfuso. E mais não digo, deixo ao critério de quem queira criar confusões.
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
Um Verão, Mil Emoções
Pois é, o Verão começou e deixei de vir escrever. Agora que está prestes a acabar tomei a decisão de redigir sobre o mesmo. O tempo foi escasso, as actividades muitas: os exames e posterior concurso de ensino superior, as imensas saídas à noite, as festas, a praia, a piscina, o ar do campo, os teatros, os jantares, as comemorações, entre tantas outras coisas. Fiz novos amigos e renovei laços que cada vez estão mais fortes. Perdi pessoas. Dói. Mas uma nova vida está a começar e o importante é não desanimar. É tempo de faculdade, novas experiências e novas pessoas. É também tempo de hábito e de muita saudade.
(Talvez quem me tenha perdido ainda possa vir a sentir a minha falta.)
Ao "my baby boo" deixo um amor que nunca hei-de esquecer. R <3
(Talvez quem me tenha perdido ainda possa vir a sentir a minha falta.)
Ao "my baby boo" deixo um amor que nunca hei-de esquecer. R <3
terça-feira, 14 de maio de 2013
:)
Hello United States of America! Thanks for the visits to my blog, hope you enjoy what I write. Kisses and hugs :)
Bonjour Luxembourg! Merci pour les visites sur mon blog, j'espère que vous apprécierez ce que je vous écris. Baisers et des caresses :)
Uma atenção especial a quem, espalhado pelo mundo, lê o que escrevo ...
Bonjour Luxembourg! Merci pour les visites sur mon blog, j'espère que vous apprécierez ce que je vous écris. Baisers et des caresses :)
Uma atenção especial a quem, espalhado pelo mundo, lê o que escrevo ...
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