terça-feira, 10 de dezembro de 2013
# Contagem decrescente para 2014 em palavras - dia 10
REENCONTRO
Porque os reencontros nem sempre são físicos ... Também existem os reencontros de almas. Hoje senti que me reencontrei com várias pessoas. E pessoas com quem contacto diariamente. Parece impossível? Mas não é. Às vezes só existe contacto físico (e fica-se por aí), e quando isso acontece, algo está a falhar. Porque numa amizade, e até mesmo num amor, o "ser-se" apenas é mero engano. Engano de quem engana e de quem é enganado. Não é o facto de se estar junto que proporciona o bem estar, mas sim, o estar junto e em sintonia. É sim o facto de se poder partilhar, ouvir, rir, balbuciar, segredar, chorar, transmitir! É um dos desejos principais, o de reencontrar-me com alguém. Alguém especial, claro.
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
# Contagem decrescente para 2014 em palavras - dia 9
DRAMA
Há pessoas que adoram dificultar o que é "simplesmente simples". No que toca a amizades, então, adoram arranjar tontices, nem sei para quê. Se sabem que gostamos delas, para quê complicar? Se não gostássemos, simplesmente, não lhes falávamos. Não há cá falsidades! Falo por mim, claro. Menos drama, por favor. Nossaaaaaaaaa.
domingo, 8 de dezembro de 2013
# Contagem decrescente para 2014 em palavras - dia 8
MULTIFACE
Já faz parte da minha personalidade estar metida em tudo e mais alguma coisa. É teatro, é revista, é coro, é grupo de violas, entre tantas outras coisas que por aí vão aparecendo. Mas eu gosto! Sinto-me tão bem a fazer mil coisas e tão variadas. Faz-me sentir feliz e, de um certo modo, útil. Na verdade, acho que faz parte da minha personalidade, e ainda bem. Estar em casa "a cair aos bocados" e a ver passar o dia de ontem não é nada bom, para além de ser uma seca.
sábado, 7 de dezembro de 2013
# Contagem decrescente para 2014 em palavras - dia 7
DIVERSÃO
Visto que os ares de Lisboa apenas convidam ao estudo (por enquanto), hoje foi uma noite de movimento em pleno Alentejo! Houve dança, cantoria, conversas, e ainda houve espaço para recordar uns momentos engraçados e revivê-los ao mesmo tempo. É bom sair da rotina, ver outras pessoas e receber outras energias. Sabe bem. Porque afinal, tristezas não pagam dívidas.
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
# Contagem decrescente para 2014 em palavras - dia 6
MELANCOLIA
Pois é, hoje senti que me faltava alguma coisa. E imediatamente descobri o que era - a tua pessoa. Ou melhor, a possibilidade de te ver, porque ter-te já é algo que me ultrapassa. Não te vi, e pelo que me parece não te vou ver tão depressa. Deixa, talvez seja melhor assim. O dia hoje foi marcado por uma melancolia intensa, mas com o tempo, habituar-me-ei e passará de melancolia a normalidade. Assim espero.
domingo, 1 de dezembro de 2013
Perdi-te e sei
Prometi a mim mesma que ia deixar de gostar de ti. Prometi-o também às minhas amigas que estão a par da situação, mas sempre achei o ar delas, quando lhes dizia isso, um pouco do género "esquece, não vais conseguir". Mas nunca me o disseram, nunca! No fundo, eu própria sei bem que não vou conseguir. Porque nem que eu vá para a Sibéria e quase morra de frio devido aos 20º negativos que lá se fazem sentir, eu vou conseguir deixar de gostar de ti. E quanto mais eu tentar fugir ao "problema", pior é, mais vou tê-lo a mexer no meu subconsciente. De facto, o nosso "nós" não correu bem. Não correu, admito. Não fiz as coisas como devia ter feito, fui parva, deixei-te fugir. E agora que realmente percebi - que me fazes falta e que sempre que te vejo me dá uma saudade mansinha que me provoca um sentimento melancólico e feliz ao mesmo tempo; que o teu lugar é ao meu lado nas noites de Inverno aconchegados no sofá; e que não me vejo com outra pessoa a zangar-me por tudo e por nada e acabar sempre em bem - há em mim um vazio interno horrível, um sentimento de perda muito estranho, a sensação de faltar a peça essencial para um puzzle se poder iniciar! Perdi-te e sei. É um cliché, mas é a verdade. E acredita, não existe ninguém que preencha o teu lugar. Porque eu posso ter mudado de vida, ter conhecido bastantes pessoas, e outras, ainda, terem tentado preencher-me ... Mas eu não sou preenchível por mais ninguém. Sim, toda a gente diz que isso passa, blá blá blá, vais-te esquecer. Ahhh, até tu me disseste que depressa me ia esquecer de ti, pois foi. Já passou um ano, não consigo situar bem no tempo, mas sei que não foi ontem e isso significa muito. A maior das probabilidades é nem tu sequer teres conhecimento deste texto no meu blog, ou mesmo se tiveres não o leres por ser demasiado "seca", mas não faz mal. Sempre gostei de desabafar uma coisa ou outra com esta grande ferramenta da tecnologia, e talvez seja útil, para que um dia mais tarde, possamos vir a recordar estas coisas, que embora agora pareçam uma brincadeira, nunca se sabe se se tornarão uma realidade bem estipulada. Só mais uma coisa: li há pouco uma frase que dizia "A diferença entre o possível e o impossível está na vontade de fazer acontecer". Chamou-me à atenção, porque na nossa história talvez o que possa ter corrido mal, de ambas as partes, foi a vontade de fazer acontecer. Da minha pessoa, eu peço desculpa. E já agora, se tiveres alguém melhor que eu, que é perfeitamente normal, agradece-lhe por poderes estar com ela e poderes partilhar mil coisas que os apaixonados partilham. Não te peço para a valorizares enquanto tens porque sei bem que o consegues fazer sem sequer alguém te pedir para o fazeres. A culpa foi minha, fui eu que estraguei tudo da primeira vez e acabei por pôr fim, mesmo sem ser esse o meu objectivo, a um amor que em mim ainda perdura. Tal como as fotografias.
domingo, 17 de novembro de 2013
"Imperdoável é não perdoar"
O facto de ter começado, ainda que há pouco tempo, a estudar Psicologia leva-me já a conseguir avaliar o ser humano enquanto ser que pensa, sente, e age. É certo que não sou a dona da razão e muito menos sou bruxa, mas de algumas coisitas tenho a certeza.
Uma pessoa quando se apaixona e sofre de um desgosto amoroso deita tudo a perder, precisa de se isolar em si mesmo (ainda que se continue a relacionar com os outros), e promete a pés juntos que jamais vai cair no mesmo erro por outra pessoa ou pela mesma. Pois é, já todos sofremos disso. Sou sincera, já chorei muito por amor. Mas não desisti de amar, nunca. Mesmo sabendo que poderia estar a cometer o pior erro da minha vida, continuei, e dei outra hipótese (e outra, e outra ...).
Se vale a pena dar o braço a torcer? Vale. Ainda que possamos vir a carregar com as consequências, mais tarde, vale muito a pena. Porque no fundo, estamos, não só a dar uma chance à pessoa que amamos e que não foi o mais correta connosco, como estamos também a abrir portas ao amor, a torná-lo mais forte e a fazer com que esse grande sentimento nos torne mais fortes.
No fundo, não percebo quem tem medo de dar uma segunda oportunidade. Talvez porque sempre fui uma pessoa que soube a importância de perdoar. Perdoar no sentido de olhar para uma pessoa e ver-me nela, saber que é humana e pode errar, perceber que precisa (nem sempre, nos meus casos) de uma 2ª vez; 2ª vez esta melhor aproveitada que nunca!
Porque o tempo corre contra nós, e nós contra ele, e no fim dão-se os desencontros, que nos fazem andar aos encontrões com quem mais gostamos, mas temos medo de dizer que gostamos e que queremos um final feliz com essa pessoa.
Há erros horríveis, eu sei, mas o erro de deixar em aberto uma história de amor é dos piores.
Olha ...
gosto de ti.
Uma pessoa quando se apaixona e sofre de um desgosto amoroso deita tudo a perder, precisa de se isolar em si mesmo (ainda que se continue a relacionar com os outros), e promete a pés juntos que jamais vai cair no mesmo erro por outra pessoa ou pela mesma. Pois é, já todos sofremos disso. Sou sincera, já chorei muito por amor. Mas não desisti de amar, nunca. Mesmo sabendo que poderia estar a cometer o pior erro da minha vida, continuei, e dei outra hipótese (e outra, e outra ...).
Se vale a pena dar o braço a torcer? Vale. Ainda que possamos vir a carregar com as consequências, mais tarde, vale muito a pena. Porque no fundo, estamos, não só a dar uma chance à pessoa que amamos e que não foi o mais correta connosco, como estamos também a abrir portas ao amor, a torná-lo mais forte e a fazer com que esse grande sentimento nos torne mais fortes.
No fundo, não percebo quem tem medo de dar uma segunda oportunidade. Talvez porque sempre fui uma pessoa que soube a importância de perdoar. Perdoar no sentido de olhar para uma pessoa e ver-me nela, saber que é humana e pode errar, perceber que precisa (nem sempre, nos meus casos) de uma 2ª vez; 2ª vez esta melhor aproveitada que nunca!
Porque o tempo corre contra nós, e nós contra ele, e no fim dão-se os desencontros, que nos fazem andar aos encontrões com quem mais gostamos, mas temos medo de dizer que gostamos e que queremos um final feliz com essa pessoa.
Há erros horríveis, eu sei, mas o erro de deixar em aberto uma história de amor é dos piores.
Olha ...
gosto de ti.
Assinar:
Postagens (Atom)