sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
# Contagem decrescente para 2014 em palavras - dia 20
REENCONTROS
O meu emocional hoje esteve em "altas", como se diz no calão. Senti que talvez tivesse sido melhor não ter posto sequer o pézinho fora de casa. Parecia que estava tudo a correr mal ou a meu favor. Fui-me abaixo. Chorei. Chorei muito. Senti-me só, abandonada, triste, carente e incapacitada. Horrível estes pensamentos, eu sei. Mas mais tarde acho que fui recompensada da melhor maneira. Abraços, beijinhos, palavras, carinhos, conforto maternal e maternal x2 (avó), cumplicidade das amigas, festa, música, dança. Tudo o que eu mais precisava tinha acabado de me cair aos pés. É bom sentir-se reencontrada, mas é igualmente bom quando reencontramos aquilo que deixámos, intacto e não modificado. Claro que nem todos os reencontros são bons, mas apesar de tudo, os de hoje foram bons.
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
# Contagem decrescente para 2014 em palavras - dia 19
NERVOSISMO
Sou uma pessoa pouco controlado no que toca a nervos. São capazes de me controlarem por completo. Se existem coisas que me irritam em mim é esta: dificuldade em conseguir atenuar os nervos. Porque apesar de parecer uma pessoa calma, o meu interior nem sempre o é; e são várias as funções afectadas, como é o exemplo do sono. Dificuldade em adormecer e (muita) facilidade em despertar. Nada fixe. Eu sei. Malditos nervos!
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
# Contagem decrescente para 2014 em palavras - dia 18
INGENUIDADE
Tenho a sensação que ao crescer a minha ingenuidade estagnou no tempo. E estagnou cedo, mesmo ainda em criança. Sou das mais ingénuas que conheço, ou mesmo a mais ingénua. Até irrita! Querendo fazer o bem, no meu pensamento, acabo por fazer o mal (a mim ou aos meus). Mas é a cair que se aprende, por isso, bora lá levantar e fazer de novo. Mas desta vez, bem.
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
# Contagem decrescente para 2014 em palavras - dia 17
SAUDADE
Uma palavra que só existe na língua portuguesa: saudade. Canta a grande Ana Moura "ai que saudades que eu tenho de ter saudades". Na verdade todos gostamos de sentir aquela saudade mansinha, que vem devagar, muito disfarçada, mas depois ataca que nem uma louca. Hoje senti uma saudade grande. Da minha casa, dos meus pais, da minha mana, dos meus avós, das minhas amiguxas e amiguxos, até mesmo de pessoas que não devia sentir saudade (mas isso é outra conversa). Há semanas que custam muito a passar, e esta é uma delas. Saudade vai com calma que eu sou só uma!
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
# Contagem decrescente para 2014 em palavras - dia 16
COMPRAS
Qualquer mulher que se preze adoraaaaaa compras. E eu, "femininíssima" que sou, não sou excepção. Acaba por ser mesmo uma terapia (e acreditem homens, faz-nos mesmo muito bem). Principalmente quando vamos com amigas! Há uma troca de ideias entre todas e gera-se uma cumplicidade muito grande. É bom, sim, mas cansa. Muito. Estou desfeita. Porque afinal, nós mulheres somos caracterizadas pela indecisão, e corremos as lojas, se preciso, umas 12 vezes até comprarmos a peça ideal ou então não.
domingo, 15 de dezembro de 2013
# Contagem decrescente para 2014 em palavras - dia 15
CALMA
"Calma, vai correr bem!", "Calma, vais conseguir!, "Calma, ainda tens tempo!". Hoje senti uma enorme calma, aquela calma de domingo. Uma calma que leva à preguiça. Mas sabe tão bem, e quem não gosta? E calma, ou em inglês "Keep Calm", que até ao fim do ano é ANO.
sábado, 14 de dezembro de 2013
# Contagem decrescente para 2014 em palavras - dia 14
CHÁ
Desde pequenina que ficava feliz sempre que as minhas avós me deixavam beber chá. Achava que aquilo é que era, agora cá leite e iogurtes (ou fruta em boiões, visto que não comia de outra maneira, blhaaack). Fui crescendo, e naquele sábado em casa enrolada na mantinha lá bebia uma caneca de chá. Depois passei por aquela fase em que o chá era o remédio para tudo, tanto era para o amor como para a doença. Agora vejo o chá como uma companhia. Uma companhia para estudar, para ver televisão, para dormir melhor, para desabafar, e até mesmo para sair à noite! Posso mesmo dizer que já não vivo sem as infusões.
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