quinta-feira, 3 de abril de 2014
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Aquele "gosto'zinho" chato
Detestava. Aprendi a gostar. E o problema agora é que já não consigo perder esse gosto.
"Sei Lá" - a grande estreia é amanhã, não percam. Eu já vi e é super giro!!!
Conselho: se forem vão com amigas e deixem o namorado em casa (se o levarem correm o risco de ele fugir a sete pés em três tempos.)
"Perigoso para os homens, delicioso para as mulheres"
terça-feira, 1 de abril de 2014
Inatismo? Falta de sorte?
No seguimento de uma conversa e de um texto de uma amiga, constatei factos sobre o meu tipo-base de homem. Eis que é o tarado e perverso e o canalha. Quase que faz lembrar aquele filme "Feios, porcos e maus", mas não, é mesmo real e parece que perdura. Caramba, tanto homem no mundo e foram-me logo calhar estes parvos. O que é certo é que estou farta! Será inata esta minha capacidade de atrair amostras de gente com tudo menos carácter? Se algum investigador conseguir comprovar a minha hipótese ficarei à espera de ver resultados, psicologicamente falando.
Mas nós mulheres temos tantas qualidades ... Somos fortes e aguentamos tudo, não é? Até para nos divertirmos usamos as nossas desgraças como tema.
Mas nós mulheres temos tantas qualidades ... Somos fortes e aguentamos tudo, não é? Até para nos divertirmos usamos as nossas desgraças como tema.
sábado, 8 de fevereiro de 2014
Amores fugazes
Era uma vez uma mulher que só se apaixonava pela fuga. Sim, ela só via o amor em quem não tinha certezas do que realmente queria. Por isso, um dia podiam ser o mundo e no outro já só eram restos de mágoa. Era assim com todos os homens que encontrava no caminho da sua vida, não tinha sorte nenhuma. Quanto mais ela era pessoa de ansiar a estabilidade e harmonia amorosa, mais lhe calhavam na rifa homens infantis que só se querem divertir por umas noites. Chegava mesmo a perguntar-se a si própria: mas será que o problema é meu? Na verdade o problema não era dela, ou melhor, talvez fosse. Se ela fosse igual a eles talvez conseguisse ser feliz à sua maneira. Mas não, a felicidade dela não seguia por esse rumo. Esperar seria a única opção, porque quem espera sempre alcança ...
Uma noite ao adormecer só tinha no pensamento, em gesto de grito: FARTA DE AMORES FUGAZES!
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Inesperado
Hoje em pleno almoço com dois colegas da Faculdade, o João e a Inês, surgiu uma pergunta no mínimo intrigante. Foi o rapaz, o João, que do nada me questiona "Então Mads, já seguiste em frente?". Eu acho que nem tive reação aquando da pergunta dele, devo ter ficado com uma cara estranha, mas ele ainda ficou pior porque tenho a sensação que se assustou com a minha apatia. Depois de alguns minutos neste impasse, eu respondo - "Sim, já segui!" - bastante convicta de mim mesma. Na verdade aquilo ficou cá a remoer-me. E a resposta não foi bem aquela que eu queria ter dado. Continuámos em harmonia, a almoçar e a conversar, falando da nossa vida académica. De repente ele volta a referir que "eu já teria seguido em frente", a propósito de outra conversa qualquer. E aí, eu dou uma gargalhada e respondo "Não sei se segui, se calhar segui ... Não, não segui!"
A conversa foi inesperada, bem como a pessoa que a iniciou. É como o facto de seguir em frente: podemos pensar que já estamos "noutra", e afinal, ainda não saímos do mesmo sítio. Porque podemos estar muito certos de nós próprio num segundo, e no outro a seguir vir alguém e mostrar-nos que no fundo nós não temos assim tantas certezas. É inesperado.
A conversa foi inesperada, bem como a pessoa que a iniciou. É como o facto de seguir em frente: podemos pensar que já estamos "noutra", e afinal, ainda não saímos do mesmo sítio. Porque podemos estar muito certos de nós próprio num segundo, e no outro a seguir vir alguém e mostrar-nos que no fundo nós não temos assim tantas certezas. É inesperado.
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Tudo ou nada, vencedor ou vencido
Inicío o ano com uma leve crónica sobre relacionamentos. O tempo tem-me sido escasso e isso impossibilita-me de vir aqui escrever, como tanto gosto. O tema é forte e esta ausência tem feito com que eu me inspire.
Nós, os humanos - ou melhor dizendo, os seres que se apaixonam - somos de extremos. Um dia queremos tudo, no outro dia não queremos nada. Um dia gostamos, no outro já nem podemos ver alguém à frente. Um dia rimos, no outro só nos apetece chorar. É mesmo assim, nada nos convence, nem o tudo, nem o nada, porque talvez não saibamos o que realmente queremos ou o outro alguém não saiba bem o que deseja. Podemos pensar que apareceu o tal, ele mostrar-se digno de o ser, fazermos mil coisas juntos, falarmos como dois cegos pelo amor, e puuuuuffff! No dia seguinte tudo mudou: acabaram as mensagens de bom dia, as alcunhas de bebé ou xuxu, os momentos juntos, as partilhas, tudo, tudo, tudo. Incrível? Eu diria, real. Porque quando pensamos que atingimos o auge, olhamos à volta e afinal estamos no mesmo sítio, no fundo. Nós nem saímos do chão, como seria possível termos chegado ao topo? A ilusão pertence ao amor como a torre Eiffel pertence a Paris e ninguém nunca a poderá arrancar de lá. Tal como se um dia uma pessoa chegar ao pé de mim e tentar afirmar que nunca viveu uma ilusão amorosa - o que é completamente impossível minha gente. Mas é isso que torna o amor especial, a dificuldade que existe até chegarmos ao cume, ao seu grande estado de harmonia e felicidade. Por cada derrota, somam-se pontos. No fim juntam-se os pontos e elegem-se os vencedores. Sim, ninguém sairá vencido. Um dia ainda vamos chegar ao cimo, ao ponto mais alto do amor, com alguém que nunca pensaríamos (ou talvez até pensássemos), com o "tudo" e sem o "nada".
Porque se fosse fácil, não metia piada.
Nós, os humanos - ou melhor dizendo, os seres que se apaixonam - somos de extremos. Um dia queremos tudo, no outro dia não queremos nada. Um dia gostamos, no outro já nem podemos ver alguém à frente. Um dia rimos, no outro só nos apetece chorar. É mesmo assim, nada nos convence, nem o tudo, nem o nada, porque talvez não saibamos o que realmente queremos ou o outro alguém não saiba bem o que deseja. Podemos pensar que apareceu o tal, ele mostrar-se digno de o ser, fazermos mil coisas juntos, falarmos como dois cegos pelo amor, e puuuuuffff! No dia seguinte tudo mudou: acabaram as mensagens de bom dia, as alcunhas de bebé ou xuxu, os momentos juntos, as partilhas, tudo, tudo, tudo. Incrível? Eu diria, real. Porque quando pensamos que atingimos o auge, olhamos à volta e afinal estamos no mesmo sítio, no fundo. Nós nem saímos do chão, como seria possível termos chegado ao topo? A ilusão pertence ao amor como a torre Eiffel pertence a Paris e ninguém nunca a poderá arrancar de lá. Tal como se um dia uma pessoa chegar ao pé de mim e tentar afirmar que nunca viveu uma ilusão amorosa - o que é completamente impossível minha gente. Mas é isso que torna o amor especial, a dificuldade que existe até chegarmos ao cume, ao seu grande estado de harmonia e felicidade. Por cada derrota, somam-se pontos. No fim juntam-se os pontos e elegem-se os vencedores. Sim, ninguém sairá vencido. Um dia ainda vamos chegar ao cimo, ao ponto mais alto do amor, com alguém que nunca pensaríamos (ou talvez até pensássemos), com o "tudo" e sem o "nada".
Porque se fosse fácil, não metia piada.
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