"O tempo perguntou ao tempo quanto tempo o tempo tem. O tempo respondeu ao tempo que o tempo tem tanto tempo quanto tempo o tempo tem."
Por vezes é apenas uma questão de tempo ... Tempo para descontrair, para estudar, para sair, para amar, para ir! Ir mais além e descobrir o quanto o tempo tem para nos oferecer. No dia-a-dia o tempo é encarado como "escasso"; talvez a razão seja o não aproveitamento, à séria, deste. Vive-se rápido, mas não intensamente. Se se vivesse de maneira total, não existiria o problema da falta de tempo.
Por outro lado, o tempo é visto também como um paliativo da dor. E é aqui que todas as pessoas que já sofreram de amor se vão identificar. Haverá maneira melhor de curar um desamor com um luto interno durante um tempo prolongado? Pois é, não há. Mas o paliativo, tal como todos os outros para outros males não pode levar à sua dependência. E o tempo volta a entrar, desta vez disfarçado de outro tipo de paliativo, para que possamos voltar à tona e viver, viver, viver!



