(Imagem retirada do Facebook "A Psicóloga que também é Blogger")
terça-feira, 15 de abril de 2014
domingo, 13 de abril de 2014
Pancadas parvas de amor
O estar apaixonado por alguém é uma carta fechada. Aliás, o amor e tudo o que dele advém é uma carta fechada. Tanto podemos ser correspondidos, como não; tanto podemos ter medo de avançar, como ter arrependimento de não o fazer.
A questão é: como agir ou reagir, quando ainda se está dentro de uma situação de amor fracassado e se dá aquele "clic" com outra pessoa? Aí está o drama montado. No fundo nós não estamos numa pessoa, nem noutra. A explicação pode ser carência, necessidade ou vontade de fugir da relação anterior (que no fundo ainda não está resolvida). O problema é que esta situação deixa qualquer ser humano provido de sentimentos sem chão, como se fossemos um trapezista em plena actuação e, sem mais nem menos, houvesse uma falha e não existisse rede para nos amparar. Pois é, nesta situação quem fica por amparar somos nós, que nem sabemos o que fazer nem o que pensar.
Tenho medo de ir e de ficar. A minha vontade não se decide. Restabelecer ou Renascer?
segunda-feira, 7 de abril de 2014
Uma novidade ...
Ainda com o blog em obras, visto não ter tempo (e alguma paciência) para trabalhar no design do mesmo, vou iniciar uma nova vertente diferente da que estão habituados: agora sou eu que quero saber sobre vocês e sobre o que pensam; mais tarde basear-me-hei para escrever posts e também para fazer uma generalização das ideias de cada um de vós. Com isto, mensalmente, irei colocar um inquérito online elaborado por mim para que possam responder e, no fim do mês, irei então trabalhar os dados.
Espero que gostem da ideia e cooperem. Acho que é dinâmico e vai ser giro ver respostas diferentes!
Aviso, desde já, que o inquérito é ANÓNIMO e não terei como saber quem escreveu o quê.
Fica o link para acederem: Blog Sweet Girl - Form
Espero que gostem da ideia e cooperem. Acho que é dinâmico e vai ser giro ver respostas diferentes!
Aviso, desde já, que o inquérito é ANÓNIMO e não terei como saber quem escreveu o quê.
Fica o link para acederem: Blog Sweet Girl - Form
domingo, 6 de abril de 2014
sábado, 5 de abril de 2014
Tempo
"O tempo perguntou ao tempo quanto tempo o tempo tem. O tempo respondeu ao tempo que o tempo tem tanto tempo quanto tempo o tempo tem."
Por vezes é apenas uma questão de tempo ... Tempo para descontrair, para estudar, para sair, para amar, para ir! Ir mais além e descobrir o quanto o tempo tem para nos oferecer. No dia-a-dia o tempo é encarado como "escasso"; talvez a razão seja o não aproveitamento, à séria, deste. Vive-se rápido, mas não intensamente. Se se vivesse de maneira total, não existiria o problema da falta de tempo.
Por outro lado, o tempo é visto também como um paliativo da dor. E é aqui que todas as pessoas que já sofreram de amor se vão identificar. Haverá maneira melhor de curar um desamor com um luto interno durante um tempo prolongado? Pois é, não há. Mas o paliativo, tal como todos os outros para outros males não pode levar à sua dependência. E o tempo volta a entrar, desta vez disfarçado de outro tipo de paliativo, para que possamos voltar à tona e viver, viver, viver!
sexta-feira, 4 de abril de 2014
Carta a um (des)conhecido
Estás bem?
Que irónico perguntar-te logo isto assim do nada, não é verdade? Mas o teu bem-estar interessa-me, ou não fosses tu alguém que já me preencheu tanto. E no fundo, continuas a preencher ... Não sei em que me baseio para dizer que me continuas a alimentar por dentro, mas nem sempre tem de existir uma razão. Certas coisas da vida estão destinadas e, por mais que se vá adiando dia sim dia sim, elas acabam por se tornar tão evidentes que até faz impressão a quem vê de fora. É isso. O amor é evidente e não dá para disfarçar. Corrijo: o amor é cúmplice e imprevisível, e não dá para disfarçar. Tantas definições possíveis, e todas elas correctas, impressionante.
Não quero obter respostas da tua parte, sei que o tempo se encarregará de o fazer. Por enquanto vais vivendo e eu igualmente. Uns dias mais confusos, outros mais claros. Mas no fundo existirá sempre uma dúvida por esclarecer.
Até um dia,
... no final de um conto de fadas, quem sabe.
Que irónico perguntar-te logo isto assim do nada, não é verdade? Mas o teu bem-estar interessa-me, ou não fosses tu alguém que já me preencheu tanto. E no fundo, continuas a preencher ... Não sei em que me baseio para dizer que me continuas a alimentar por dentro, mas nem sempre tem de existir uma razão. Certas coisas da vida estão destinadas e, por mais que se vá adiando dia sim dia sim, elas acabam por se tornar tão evidentes que até faz impressão a quem vê de fora. É isso. O amor é evidente e não dá para disfarçar. Corrijo: o amor é cúmplice e imprevisível, e não dá para disfarçar. Tantas definições possíveis, e todas elas correctas, impressionante.
Não quero obter respostas da tua parte, sei que o tempo se encarregará de o fazer. Por enquanto vais vivendo e eu igualmente. Uns dias mais confusos, outros mais claros. Mas no fundo existirá sempre uma dúvida por esclarecer.
Até um dia,
... no final de um conto de fadas, quem sabe.
quinta-feira, 3 de abril de 2014
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