1: Mas mete conversa...
2: É melhor não, aquilo pode até nem significar nada para ele.
1: E é assim que nós andamos cada um para seu lado com vontade um do outro, porque hoje em dia as pessoas já não se encontram, elas andam aos encontrões...
Pois é. Hoje em dia as pessoas parece que têm medo umas das outras. E quanto mais se amam, mais fogem. Se o amor é o que aproxima as pessoas, o que as torna mais alegres, o que as motiva, o que as deixa sem palavras e com borboletas no estômago... Para quê complicar? Se um não quer, dois não dançam, não é? Mas se um quer e o outro dá indícios que também quer, é porque ambos se querem. Ok Madalena, nem sempre é assim, estás a ser demasiado facilitadora. Nem sempre é assim tão fácil, de facto. Existem as distâncias. Oh... As difíceis distâncias. Hoje em dia é menos complicado, mas ainda assim, continua a ser exigente ter uma relação à distância. E é aí que muitos recuam e desistem do sonho de uma vida a dois. São as exigências que destroem a barreira da distância que muitos nem chegam a a querer destruir, nem tentam. E depois? Depois perdem-se amores, como uma criança perde lápis de cor ao fim de um ano lectivo; perde-se a esperança, como quem perde um autocarro logo pela manhã; e no fim, só se recebe uma coisa, a mágoa de não ter a pessoa que mais se deseja ao lado.
Que a ferramenta do amor e da felicidade possua o poder e a força para destruir a barreira dos quilómetros e milhas, para que possa haver mais encontros e menos encontrões.
Pois é. Hoje em dia as pessoas parece que têm medo umas das outras. E quanto mais se amam, mais fogem. Se o amor é o que aproxima as pessoas, o que as torna mais alegres, o que as motiva, o que as deixa sem palavras e com borboletas no estômago... Para quê complicar? Se um não quer, dois não dançam, não é? Mas se um quer e o outro dá indícios que também quer, é porque ambos se querem. Ok Madalena, nem sempre é assim, estás a ser demasiado facilitadora. Nem sempre é assim tão fácil, de facto. Existem as distâncias. Oh... As difíceis distâncias. Hoje em dia é menos complicado, mas ainda assim, continua a ser exigente ter uma relação à distância. E é aí que muitos recuam e desistem do sonho de uma vida a dois. São as exigências que destroem a barreira da distância que muitos nem chegam a a querer destruir, nem tentam. E depois? Depois perdem-se amores, como uma criança perde lápis de cor ao fim de um ano lectivo; perde-se a esperança, como quem perde um autocarro logo pela manhã; e no fim, só se recebe uma coisa, a mágoa de não ter a pessoa que mais se deseja ao lado.
Que a ferramenta do amor e da felicidade possua o poder e a força para destruir a barreira dos quilómetros e milhas, para que possa haver mais encontros e menos encontrões.
Madalena Rabaça.






